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Por que Fazer Psicanálise?

Porque todos nós sofremos. Em certos momentos de nossa vidas encontramos sofrimentos que nos incomodam de um jeito diferente, que de alguma forma nos paralisam e acabam limitando nossas vidas.

O que esperar da Psicanálise? 

 

– Transformação

Descobrir pelo que sofremos e o que de fato desejamos permite reposicionamentos mais certeiros na vida, porque passamos a escolher com nossas verdades e não por necessidade e, quando nos damos conta dessa possibilidade em nossas vidas é como se tivéssemos alargado nossos caminhos. Isso é transformador, é libertador!

 

– Verdade

A análise vai nos fazer dar conta de que não somos únicos e que não sabemos de tudo, descoberta que pode fazer doer e provoca desconforto e angústia. A psicanálise pode ser tudo, menos tolerante com nossos desejos de iludirmos a nós mesmos.

 

Sobre meu Trabalho:

 

A Psicanálise foi criada em fins do séc. XIX por Sigmund Freud, e vem se reinventando, mas algo se mantém desde então: a psicanálise tem como material de trabalho o inconsciente, na relação estabelecida entre a pessoa atendida e o psicanalista. Os comportamentos, escolhas e gostos podem ser pensados como determinados inconscientemente. Lacan retoma a invenção freudiana e articula com elementos da linguística, da etnologia e da filosofia fundando uma nova clínica dos fenômenos psíquicos inconscientes. Lacan vem nos dizer que cada analista precisa reinventar a psicanálise, a partir do que conseguiu retirar do fato de ter sido analisando por algum tempo. ‘Reinventar‘ designa o movimento de retorno à origem para saltar em direção ao futuro.

Tal afirmação deixa claro, que  a forma de acessar esse conteúdo inconsciente, de estabelecer a relação com a pessoa atendida, certamente varia entre diferentes psicanalistas. Por isso, quero contar um pouco sobre como exerço meu trabalho.

Oriento-me por uma perspectiva transdisciplinar de trabalho. Dessa forma, parto da ideia de que as fronteiras construídas entre os saberes (o acadêmico e o popular, por exemplo) são arbitrárias, isto é, tomo os diversos saberes como igualmente valorosos, mutuamente complementares, inclusive aqueles saberes trazidos pela pessoa atendida. Entendo que, ao mesmo tempo que a psicanálise leva em conta o sujeito individualizado, não perde de vista que se trata de uma pessoa inserida em sociedade e, por isso, deve levar em conta o sujeito em toda sua complexidade. Entendo que tomar a teoria como verdade una, inconteste, nos faz incorrer no risco de alienar o outro de sua subjetividade ao impor como visão de mundo aquilo que entendo como correto. A teoria e o analista não devem suplantar o sujeito e sua complexidade, a escuta analítica deve funcionar como suporte ao sujeito.

Acredito que, assim, consigo oferecer uma escuta qualificada e acolhedora, bem como intervenções que façam sentido para a pessoa atendida, que lhe provoquem reflexões críticas sobre a situação vivenciada, sobre seus sofrimentos e afetos. 

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